Como levar dinheiro para o exterior? Tudo o que você precisa saber antes de embarcar na viagem internacional

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Após pesquisar, definir o destino do seu intercâmbio e comprar as passagens, é hora de decidir como levar dinheiro para a viagem. Apesar de parecer algo simples, é importante estar atento às possibilidades, conhecer o que permite a legislação e se preparar com antecedência. Assim, você evita surpresas desagradáveis ou mudanças de planos na última hora.

Com opções que vão de valores em espécie a cartões de crédito e pré-pagos + recarga, muita gente acaba ficando indecisa. Além disso, há regras específicas em alguns dos casos. Por isso, se você está planejando embarcar para o exterior, se liga neste post para saber mais sobre como levar dinheiro.

Esteja atento às regras sobre valores permitidos

Em trechos percorridos por avião, há um limite estabelecido pela Receita Federal de R$ 10.000 mil em espécie – ou esse valor convertido na moeda estrangeira que você vai levar. Isso significa que você está proibido de embarcar com uma quantia maior? Não, acalme-se!

A regra é clara: acima desse montante, é necessário declarar à Receita no aeroporto, o que também é válido para viagens de navio e cruzeiros. Essa é uma forma de controlar a evasão de divisas e fraudes no transporte internacional de valores, dando transparência, legalidade e segurança ao processo.  Mais detalhes aqui.

Avalie opções em dinheiro, cartão de crédito e pré-pago

Parece uma missão complexa, mas escolher entre dinheiro, cartão de crédito ou cartão pré-pago pode ser uma tarefa simples: você vai precisar checar a quantidade que pretende levar, as melhores taxas em cada modalidade, quanto irá pagar de IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) e taxas cobradas pelas operadoras.

Com essas informações, fica mais fácil saber quanto você paga de “extra” na conversão da moeda. Quando for comprar, consulte os valores para a aquisição do dinheiro em espécie e no cartão pré-pago, assim, poderá comparar e saber o que mais vale a pena.

Considere levar seus valores em diferentes meios

Além de avaliar os quesitos referentes às taxas e impostos para a compra da moeda estrangeira, é sempre importante considerar a questão da segurança e limites estabelecidos pelos órgãos competentes. Imagina chegar ao hotel na praia exótica do Caribe com aquela mala cheia de dinheiros?

Com base nisso, a melhor opção é levar certa quantia em cada um dos meios disponíveis. Nunca aconselhamos a levar apenas de uma forma. Já pensou se acontece um imprevisto? Assim, você pode comprar artesanatos nas ruas e pagar em espécie ou jantar em um restaurante tradicional com pratos típicos do destino e passar no cartão, por exemplo.

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…mas não carregue muito dinheiro em espécie contigo

Pode até parecer mais cômodo ou mais barato levar o dinheiro já no papel, considerando que nem todo lugar vai aceitar cartão, correto? ERRADO. Hoje a praticidade dos cartões está praticamente por todos os lados. Mesmo assim, vale levar uma grana de leve, para aqueles casos específicos onde não for possível pagar com o dinheiro de plástico.

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Vale lembrar que carregar muito dinheiro é bastante inseguro, ainda mais para quem vai ficar mais tempo no destino ou mudar de acomodação/hotel em viagens internas. Quem viaja de carro para países vizinhos também deve estar ligado nos limites citados acima. Os veículos, inclusive, podem ser parados nas fronteiras. Além disso, não é aconselhável transitar com valores altos no automóvel.

Vantagens e desvantagens sobre as formas de levar dinheiro ao exterior

Valor em espécie

Para os primeiros dias no país estrangeiro, ter consigo uma parte do valor na moeda do país torna-se uma vantagem. Isso porque você já sabe quanto pagou pela conversão e pode utilizar táxi, ônibus, trens, ir a padarias, fazer compras pequenas, tomar um café assim que desembarcar no destino. Você também tem certeza de que será aceito em todos os lugares. Outro ponto favorável de já chegar com algo na carteira é que casas de câmbio em aeroportos cobram uma fortuna.

Como mencionamos anteriormente, há o limite estipulado pela Receita Federal de R$ 10.000 em espécie sem necessidade de declarar. Então, se você vai fazer um intercâmbio ou viagem de médio a longo prazo, é difícil levar todo o valor para as suas despesas em espécie sem passar pela burocracia. A segunda desvantagem é a questão da segurança: imprevistos do tipo roubo, furto e perda podem ocorrer e são comuns, comprometendo o restante da viagem.

Cartão pré-pago

O cartão pré pago, como o Visa Travel Money (VTM) que a Globe Trotter oferece aos passageiros é uma maneira bem moderna e segura de levar dinheiro em viagens internacionais. Ele é recarregável, não vinculado à sua conta no banco e pode ser utilizado para compras em mais de 200 países. A recarga pode ser feita pelo aplicativo e não há risco de variação cambial contra a alta da moeda estrangeira, já que a taxa de câmbio é a do momento da carga.

Com o cartão você também consegue fazer saques em caixas 24 horas (os famosos ATMs) e consultar seu saldo ou extrato quando quiser. Assim, vai poder controlar seus gastos e se programar. Se você perder ou for roubado, basta ligar para a empresa que emitiu o cartão, bloquear e solicitar reembolso do saldo que estava disponível. A Globe Trotter ainda oferece aos viajantes o envio gratuito de um novo cartão nesses casos.

Entre as desvantagens do VTM, estão: alguns estabelecimentos não aceitam o cartão pré-pago como forma de pagamento; há tarifas para cada saque realizado no caixa eletrônico, que variam de acordo com a moeda e a empresa que emitiu o cartão; há cobrança de IOF de 6,38% sobre o valor da carga.

Cartão de crédito

Evite estourar seu limite. É difícil não ceder às tentações dos outlets não é mesmo? Dito isso, o cartão de crédito mesmo não parcelando as compras no exterior, torna-se aquela ajudinha a mais para pagar as compras excedentes e, dependendo do período da sua viagem, vai conseguir quitar sua fatura no próximo mês. Ele ainda é muito mais seguro que usar dinheiro vivo.

Apesar de ter a mesma taxa de IOF do VTM, que é de 6,38%, o cartão de crédito ainda tem certa desvantagem, pois a taxa é cobrada em todas as compras, não importa o valor. Outro ponto negativo é que a cobrança poderá oscilar com a taxa cambial, sendo aplicada a do dia do fechamento da fatura. Para que essa variação não aconteça, você precisa negociar com a operadora do cartão.

EXTRA: não marque bobeira – guarde o dinheiro em local seguro!

Se for ficar hospedado em hotel, não deixe suas coisas espalhadas. Guarde o que for de valor e mantenha grande quantidade de dinheiro no cofre do estabelecimento, carregando somente a quantia necessária para o dia.

Caso a hospedagem seja em casa de família, hostel ou residência estudantil, tome os mesmos cuidados. Se não tiver um cofre específico, tranque sua mala com cadeado e a mantenha em lugar discreto – como embaixo da cama.

Antes de embarcar, separe o material de valor. Nunca deixe seu dinheiro, cartões e demais itens “importantes” nas malas despachadas. Dica valiosa: utilize uma doleira.

E aí, gostou das nossas orientações e dicas? A Globe Trotter tem serviços de câmbio, oferecendo moeda estrangeira em espécie ou VTM com taxas super competitivas. Entre em contato conosco clicando aqui ou ligue (31) 3309-6224!

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Blog #GenteQueViaja – Produção e Edição: Milson Veloso – Jornalista, mestre em Comunicação Social, especialista em Comunicação Digital e viajante. Agradecimentos à Diretora Execuiva da Globe Trotter, Emanoela de Souza, pela colaboração com este post. 

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